Estive sempre enganado
Das ruivas às louras,
Descobri, castanho.
Das claras às escuras.
Até o gosto da castanha.
Das formiguinhas
Que perambulam
Pelo branco dos dentes
Que formam risos
Até Deus duvida – falo do horizonte
Poderia jurar que são sorrisos
Ingênuo e belo
Sim. A beleza tem dúvidas
Da criação
Será sua?
A perfeição
Prefiro as palavras
Assim, imperfeição.
Dos traços,
Das cores, dos jeitos...
Dos trejeitos,
Das imaginações,
Dos poemas,
Dos andares,
Dos futuros.
Pinto ou escrevo?
Eternamente Nuvens.
E Lua.
Sempre luas e cheias.
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